Já passa das três da manhã, estou caminhando pela rua praticamente deserta já que estou caminhando há horas e ainda não cruzou uma alma nem viva nem morta em meu caminho. Nunca ando só, nicotina e álcool sempre me fazem companhia.
Senti um arrepio... Deve estar fazendo um pouco de frio não sei, a segunda garrafa de vinho me aquece um pouco, talvez deveria ter pego um casaco.
A noite está perfeita, céu limpo e uma lua extraordinariamente linda e cheia. Paro e bebo mais um gole antes de acender outro cigarro, enquanto dou a primeira tragada sinto uma sensação estranha, pareço estar sendo seguido ou observado. Olho a minha volta e não vejo movimento algum. Olho novamente pra ter certeza pois a quinta garrafa começa a fazer efeito, mas não enxergo nada de diferente, a rua continua vazia. Continuo meu caminho sem rumo.
Enquanto divido minhas confusões com minha garrafa entre uma tragada e outra, sou surpreendido pelo som de passos fortes, mas não sei ao certo em qual direção está vindo, não sei se paro ou se continuo, já meio desconfiado resolvi olhar para trás mas continuei sem ver muita coisa pois agora a neblina havia aumentado, mas quando olho novamente para frente sou quase que levado por um vento forte que veio de repente, bom resolvi mudar o trajeto um pouco afinal estava naquela direção há algum tempo mesmo. Estava perto de uma igreja onde tem uma escadaria, vou me sentar por lá e dar um descanso as pernas.
Sentei nas escadas e acendi mais um cigarro depois do ultimo gole de vinho, como de costume quebrei a garrafa. Notei uns pingos de vinho pelo chão, mas não me lembro de ter derramado nada no chão e quando quebrei a garrafa não havia mais nenhum gole lá dentro, cheguei mais perto pra ver... Minha nossa... É sangue! Será que estou tão bêbado que me cortei e não senti?
Enquanto eu pensava no sangue que estava no chão ouvi um gemido que vinha do lado de dentro da igreja. Fiquei pensando em talvez olhar o que poderia ter acontecido, quando a porta abriu, esperei mas ninguém saiu ou entrou.
Subi as escadas pensando se eu devia ou não, entrei...Olhei...Nenhum movimento.
Achei que talvez fosse algum padre pedófilo sem vergonha e saí, afinal o que eu faria dentro de uma igreja.
Segundo o relógio que havia na frente da igreja eram exatamente cinco horas e cinco minutos. Lembrei do cemitério que havia atrás da igreja, como era caminho de volta pra casa resolvi dar uma olhada. Enquanto caminhava entre os túmulos e como de costume lendo as lápides, senti outra vez aquele mesmo arrepio de antes, e agora não estava frio, em seguida o mesmo vento... (risos) acho que estou mesmo bêbado... (risos)..que estranho
Senti um arrepio... Deve estar fazendo um pouco de frio não sei, a segunda garrafa de vinho me aquece um pouco, talvez deveria ter pego um casaco.
A noite está perfeita, céu limpo e uma lua extraordinariamente linda e cheia. Paro e bebo mais um gole antes de acender outro cigarro, enquanto dou a primeira tragada sinto uma sensação estranha, pareço estar sendo seguido ou observado. Olho a minha volta e não vejo movimento algum. Olho novamente pra ter certeza pois a quinta garrafa começa a fazer efeito, mas não enxergo nada de diferente, a rua continua vazia. Continuo meu caminho sem rumo.
Enquanto divido minhas confusões com minha garrafa entre uma tragada e outra, sou surpreendido pelo som de passos fortes, mas não sei ao certo em qual direção está vindo, não sei se paro ou se continuo, já meio desconfiado resolvi olhar para trás mas continuei sem ver muita coisa pois agora a neblina havia aumentado, mas quando olho novamente para frente sou quase que levado por um vento forte que veio de repente, bom resolvi mudar o trajeto um pouco afinal estava naquela direção há algum tempo mesmo. Estava perto de uma igreja onde tem uma escadaria, vou me sentar por lá e dar um descanso as pernas.
Sentei nas escadas e acendi mais um cigarro depois do ultimo gole de vinho, como de costume quebrei a garrafa. Notei uns pingos de vinho pelo chão, mas não me lembro de ter derramado nada no chão e quando quebrei a garrafa não havia mais nenhum gole lá dentro, cheguei mais perto pra ver... Minha nossa... É sangue! Será que estou tão bêbado que me cortei e não senti?
Enquanto eu pensava no sangue que estava no chão ouvi um gemido que vinha do lado de dentro da igreja. Fiquei pensando em talvez olhar o que poderia ter acontecido, quando a porta abriu, esperei mas ninguém saiu ou entrou.
Subi as escadas pensando se eu devia ou não, entrei...Olhei...Nenhum movimento.
Achei que talvez fosse algum padre pedófilo sem vergonha e saí, afinal o que eu faria dentro de uma igreja.
Segundo o relógio que havia na frente da igreja eram exatamente cinco horas e cinco minutos. Lembrei do cemitério que havia atrás da igreja, como era caminho de volta pra casa resolvi dar uma olhada. Enquanto caminhava entre os túmulos e como de costume lendo as lápides, senti outra vez aquele mesmo arrepio de antes, e agora não estava frio, em seguida o mesmo vento... (risos) acho que estou mesmo bêbado... (risos)..que estranho
senti algo esquisito, passei a mão no pescoço e havia sangue, acho que estou tonto... Caí em meio as lápides...
E so agora me dei conta, que sou um ser da noite escura.
E so agora me dei conta, que sou um ser da noite escura.
Por Docristo O Cigano
Gostei do poema amor ^^ tava escondendo o jogo hein ?
ResponderExcluirFinal perfeito ^^