
Sobre meus joelhos, olhos fechados
Trajes negros, expressão entorpecida
Em prece peço por teus lábios
Tocando os meus novamente...
Trajes negros, expressão entorpecida
Em prece peço por teus lábios
Tocando os meus novamente...


Minha Cigana
Dona de meus devaneios pueris
Sonhei com o dia que morríamos lado à lado
Sua cabeça pendia sobre meu peito nu...
Você dançaria sob último crepúsculo comigo?...
Dona de meus devaneios pueris
Sonhei com o dia que morríamos lado à lado
Sua cabeça pendia sobre meu peito nu...
Você dançaria sob último crepúsculo comigo?...
O seu Cigano?
Sua alma - Luz solta em meio minha vasta Escuridão;
Seu olhar - lua cheia iluminando meu caminho de Espinhos...
Ofereceria, um dia, uma rosa à mim?...
Ofereceria, um dia sua, Alma e Coração à mim?...


Nega meu amor por ser falso ao teus olhos...
Mas como não poderia amar-te minha cigana?
Se abençoa-me com sua existência
Após séculos acorrentado sob refúgio infernal?...
Como não poderia querer-te minha cigana?
Se entrega-me sensação adversa
Ao frio desejo por Morte
Ao dividir anseio por Luz?...
Como não poderia te adorar minha cigana
Se mostra-me Liberdade,
Se revela-me viva
Sem ser o verme que tornei-me?...

Senhora de minha Vida,
Pode continuar a sorrir
Vendo meu coração definhar
Entre lamúrias por um único toque seu?...
Senhora de minha Morte,
Gostaria de ouvir as canções
Que para você compus?...
Todas para você, tudo por você...
Ouvirá, então aquela quando descer de seu pedestal...
ouvirá a canção na qual
Nada mais poderia existir
Além dessas linhas mal traçadas e nossos corpos nus;
Nada além do fim da Morte;
Nada além do começo de nosso Mundo;
Nada além de lembranças de um passado Maldito;
Nada além, minha Senhora, de duas Almas unidas como uma só...
Sua alma - Luz solta em meio minha vasta Escuridão;
Seu olhar - lua cheia iluminando meu caminho de Espinhos...
Ofereceria, um dia, uma rosa à mim?...
Ofereceria, um dia sua, Alma e Coração à mim?...


Nega meu amor por ser falso ao teus olhos...
Mas como não poderia amar-te minha cigana?
Se abençoa-me com sua existência
Após séculos acorrentado sob refúgio infernal?...
Como não poderia querer-te minha cigana?
Se entrega-me sensação adversa
Ao frio desejo por Morte
Ao dividir anseio por Luz?...
Como não poderia te adorar minha cigana
Se mostra-me Liberdade,
Se revela-me viva
Sem ser o verme que tornei-me?...


Senhora de minha Vida,
Pode continuar a sorrir
Vendo meu coração definhar
Entre lamúrias por um único toque seu?...
Senhora de minha Morte,
Gostaria de ouvir as canções
Que para você compus?...
Todas para você, tudo por você...
Ouvirá, então aquela quando descer de seu pedestal...
ouvirá a canção na qual
Nada mais poderia existir
Além dessas linhas mal traçadas e nossos corpos nus;
Nada além do fim da Morte;
Nada além do começo de nosso Mundo;
Nada além de lembranças de um passado Maldito;
Nada além, minha Senhora, de duas Almas unidas como uma só...

By Docristo

Nenhum comentário:
Postar um comentário